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Brasileiros perdem mais na pandemia por falta de proteção

A pandemia pegou o mundo inteiro de surpresa, é fato. A ciência e a medicina estão sendo céleres na busca por soluções relacionadas à saúde e à vida. Já para o problema financeiro, a solução existe e é antiga, mas pouco conhecida da população.
Trata-se do seguro de vida.

Por falta de educação financeira, da inexistência de uma cultura do seguro no país ou até mesmo por tabu, o seguro de vida ainda não faz parte do planejamento financeiro das famílias brasileiras. Uma pena, pois o seguro é um excelente instrumento de proteção de renda, é simples e tem um custo-benefício compensador. Infelizmente, a pandemia tem ocasionado inúmeras situações que provam o impacto da ausência de um bom seguro de vida.

Muitas vítimas do coronavírus eram a principal ou até mesmo a única fonte de renda da família e sua perda, além do dano afetivo – irreversível e incalculável –, levou muitos brasileiros a uma situação ainda maior de vulnerabilidade. Veja: no início de março, estimou-se uma renda média de R$ 2.234,40 por mês para cada pessoa vitimada pela COVID-19. Para que a família receba uma indenização equivalente a cinco anos desse valor mensal, é possível encontrar no mercado seguros de vida em torno de R$ 40, um custo de 1,8% da renda da pessoa.

Este produto apresenta ainda dois outros benefícios: não entra em inventário, sendo rapidamente disponibilizado para a família; e a indenização é livre de qualquer imposto.

Já passou da hora do seguro de vida fazer parte verdadeiramente do planejamento financeiro das famílias brasileiras para que estejam protegidas na eventualidade de uma situação adversa. Entre em contato conosco para estimarmos o impacto que um bom seguro de vida pode ter em seu planejamento financeiro.

(Adaptado do artigo de Beto Trindade, InfoMoney, publicado em 3 de março de 2021)

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